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Empresas destacam consultoria do IEL em projetos de inovação

Terça-feira, 26 de março de 2019

Ação que beneficia empresas alagoanas é realizada em parceria da Fiea com o Sebrae

Inovar é a melhor forma de produção. A frase marcou a solenidade de encerramento do Projeto de Gestão da Inovação para Micro e Pequenas Empresas Industriais, realizado pela Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (Fiea) com parceria do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e consultoria do Instituto Euvaldo Lodi (IEL). No total, foram beneficiadas 40 empresas alagoanas.

Durante a cerimônia, que aconteceu na última quinta-feira, 21, duas empresas apresentaram os seus resultados. Primeiro, a Illa Sorvetes, cujo sócio, Douglas Diniz, contou ter dado início a uma nova fase dentro da empresa. “No nosso caso, foi a missão que mudou. Através do trabalho do IEL, dessa consultoria, descobrimos a verdadeira missão da empresa: fabricar felicidade. Depois disso, veio todo um conceito, todo um trabalho e hoje realmente a gente acredita que fabrica felicidade, não sorvetes e picolés”, disse.

A empresa Zebu Minas começou a trabalhar no Estado na mesma época em que o projeto de Gestão da Inovação foi iniciado, há dois anos. O trabalho era disperso, segundo a diretora comercial Patrícia Ferreira. “O programa nos ajudou a mudar. Nosso desafio foi mudar a cultura das pessoas, porque, para inovar, é preciso estar com toda a equipe engajada no processo. Mudar também foi nossa maior vitória”, contou.

Em Alagoas, o projeto foi executado em duas etapas. Primeiro, vinte empresas foram atendidas, fechando o primeiro ciclo; depois, mais vinte. Para a gestora da mobilização empresarial da Fiea, Eliana Sá, “a inovação é um processo de catequização”. “A inovação faz parte de um conjunto de estratégias que a empresa deve ter como prioridade para ser competitiva. Porque se o empresário faz mais do mesmo, ele está competindo com o colega do lado e não tem nenhum diferencial. A inovação é aquilo que vai dar o diferencial ou que deixa o produto diferente dos demais”, explicou.

Nacionalmente – A gestora nacional do projeto, Julieta Costa Cunha, da Diretoria de Inovação da CNI, prestigiou o encerramento em Alagoas. No Brasil, mais de 784 empresas foram atendidas pelo convênio. O objetivo de tudo isso? “Queremos que as empresas aprendam a inovar, envolvendo pessoas, sempre pensando em novas soluções”, respondeu Julieta.

Indústria 4.0 – Na solenidade na Casa da Indústria, as empresas que participaram do convênio assistiram a uma palestra sobre a nova forma de ver a Indústria. Cláudio Starec, consultor, deixou uma mensagem forte para as pessoas. Segundo ele, a competitividade atualmente não é uma questão de produtos e sim de informação, o que é feito com ela e como é feito. “É simples: ou você inova ou você está morto. Não há escolha, não há meio termo”.

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